IMPORTÂNCIA DE UM E-COMMERCE BEM ESTRUTURADO

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em 2016, aproximadamente 30% das compras em lojas virtuais serão feitas através de dispositivos móveis (smartphones e tablets). A parcela representa 57,2 milhões de compras, dentro de um mercado que deve movimentar R$ 56,8 bilhões até o fim do ano.

Outro levantamento, desta vez realizado pela consultoria especializada GSMA, prevê que o Brasil termine 2016 com42 milhões de conexões 4G, um aumento de 87% em relação ao ano passado. Esse número representaria 15% do total da base ativa esperada, que será de 278 milhões de acessos (incluindo telefonia 2G e 3G).

Os números expressivos mostram a importância de ter uma boa estratégia online, com uma loja bem estruturada e alinhada com os mecanismos de busca, além de alcançar o cliente em qualquer hora e lugar é essencial para prosperar.

Na DROP, esses são pontos sempre enfatizados ao iniciar um desenvolvimento de site ou e-commerce. Por isso, nossos sites têm design responsivo, com o conteúdo apresentado de acordo com a tela de leitura do dispositivo (desktop, tablet, celular), são integrados com buscadores, como o Google e redes sociais, sendo possível explorar os recursos de SEO que o sistema possui, têm layout moderno e dinâmico e ainda são totalmente gerenciáveis pelo administrador.

O e-commerce é ofertado em dois produtos: a loja virtual pronta, que permite a empresa comercializar seus produtos na internet de forma simples, rápida e segura, com total gerenciamento dos produtos, estoque, fretes, clientes e pedidos pelo administrador; e a loja virtual customizada, desenvolvida de acordo com as necessidades de cada cliente.

Tudo para tornar o comércio online adaptado ao mobile, já que esse nicho de mercado representa um importante canal de comunicação com o consumidor.

Ficou interessado? Agende uma visita comercial@dropweb.com.br e conheça as vantagens dos produtos DROP.

Lançando loja virtual de luxo do cliente Outlet Relogioos

Trabalho realizado pela Drop, Criação de Marca, Identidade e E-commerce.

Confira o projeto: www.outletrelogioos.com.br

Gostou? fale agora do seu projeto para comercial@dropweb.com.br

Novo cliente Grupo Gazeta do Sul

Iniciando mais uma parceria de sucesso, a DropWeb agora conta com mais um importante cliente em seu portfólio, a Gazeta do Sul Grupo de Comunicação. A Drop com suas expertises em design e tecnologia irá posicionar e remodelar o novo projeto de web site e e-commerce da Editora Gazeta, vem coisa por boa ai!

Loja virtual como crescer e ser rentável

O comércio eletrônico continua crescendo mesmo diante da crise econômica que se alastra pelo Brasil. Para ter ideia, de acordo com os dados da pesquisa E-bit, em 2015 o e-commerce brasileiro teve um aumento de 15,3% comparado a 2014.

Se você já possui um negócio digital pode estar se perguntando: Mas como garantir a rentabilidade e aproveitar esse momento de crescimento?

Primeiramente, para saber rentabilidade do sua loja virtual, divida o lucro da empresa (medido em determinado período) pelo valor do investimento inicial ou valor atual da empresa e você terá, em percentual, a rentabilidade do negócio do período calculado.

A conta vale para qualquer empresa. Agora, se a rentabilidade da sua loja virtual está longe da meta, segundo artigo publicado no e-commerce Brasil, o problema pode estar relacionado a três fatores: visitas, conversões e logística.

Detalhamos abaixo, como esses pontos podem impactar diretamente na rentabilidade do seu e-commerce. Confira:

VISITAS

De acordo com pesquisa da Experian Hitwise, a taxa média de conversão brasileira é baixíssima: apenas 1,65%. Ou seja, é preciso, antes de tudo, atrair o público para o e-commerce. Essa ação deve ser planejada, com investimento em ações de marketing digital, ferramentas para obter métricas ou seja, saber exatamente o perfil do consumidor para converter as visitas em novas compras. “O que não faltam hoje são ferramentas de mensuração. Se você não possui um profissional dedicado para métricas ou não investe boa parte do seu tempo em análises de resultados, você tem grandes chances de entrar para lista das lojas virtuais não rentáveis ou dos que já ‘fecharam as portas’”.

CONVERSÕES

Uma pesquisa de 2012, da Serasa Experian (detentora da Hitwise) mostrou que o e-mail é o canal que apresenta a melhor taxa de conversão em vendas para os sites de e-commerce no Brasil, com 2,53%. Em seguida aparece o canal “Search”, ferramentas de busca, com 2,08% e depois as mídias sociais, com 1,18%.

LOGÍSTICA

Crescer é sempre o objetivo da empresa. Porém, o empresário deve estar atento em como esse crescimento pode impactar na operação logística, pois não adianta o lucro escoar pela necessidade de investimento para atender um novo cliente. Por isso, as ações devem ser planejadas e observar fatores como o frete grátis, troca grátis, logística reversa e gestão dos fornecedores deve estar no plano.

Um bom exemplo é frete grátis. Segundo a pesquisa Webshoppers,  oferecer o frete grátis foi bastante comum ao longo dos últimos 15 anos no mercado de e-commerce, com o intuito de oferecer mais vantagens aos compradores. Entretanto, de acordo com o relatório “sua manutenção causava um grande desequilíbrio nos resultados das empresas, por gerar um elevado custo de operação. Para melhorar a rentabilidade ao longo de 2015, as principais lojas do setor reduziram a prática.

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Saiba como construir programas de fidelidade usando dados estatísticos e percepções sobre seus consumidores

Programa de Fidelidade

Todos sabem que, a cada dia, está cada vez mais difícil conquistar a fidelidade do consumidor. Ele estão sempre conectado à internet, possui várias opções de escolha, e pode facilmente encontrar os menores preços.

Ao criarem um programa de fidelidade, muitas empresas acham que resolveram o problema da competitividade, mas a concorrência também usou da mesma tática.

Os consumidores se inscrevem, em média, em oito programas de fidelidade. A maioria deles funciona pelo sistema de pontos, descontos e recompensas. E estes benefícios são feitos para aumentar as vendas ao invés de gerar engajamento à marca.

Abordagens tradicionais já não funcionam mais. Isto não quer dizer que você deve abandonar seu programa de fidelidade e partir para outra abordagem. Ao invés disso, reformule a maneira de engajar seu consumidor.

Diversas ferramentas, como experiência, marca e serviço, podem ajudar na interação e fidelização do consumidor. Os anunciantes podem auxiliar as marcas a obterem o feedback dos consumidores, saberem o que os motiva e como podem interagir com os produtos e serviços da empresa.

Apenas 26% das marcas citam tudo isso como objetivo de seus programas de fidelidade. Não apenas possua um programa de fidelidade, você deve fidelizar. É hora de focar na relação com o consumidor e realizar uma troca significativa com ele.

Deve-se encorajar as pessoas a compartilharem perfis, preferências e comportamentos, além de todos os dados possíveis e que possam ser usados pela empresa para elaborar programas de fidelidade.

Os dados colhidos no programa de fidelidade ajudam a identificar o tipo certo de novos consumidores e tipos de iniciativas de marketing para reter clientes já existentes.

Uma experiência positiva do consumidor está relacionada a métricas de fidelidade, por exemplo, retenção. Mas é difícil construir experiências diferenciadas com base no que você pensa que sabe sobre os consumidores. Percepções de fidelidade, combinados com outras fontes de dados, podem ajudar a criar experiências personalizadas.

Hoje, os profissionais de marketing devem criar experiências que vão além dos produtos e serviços. Percepções de fidelidade oferecem informações para um melhor desenvolvimento destas experiências. Depois de examinar dados de um programa deste tipo, um varejista que vende na internet pode rever sua estratégia de marca.

Programa de Fidelidade

A fidelidade não funciona só quando ele mostra seu cartão de no caixa para receber a recompensa, também reforça a relação com o consumidor, e ajuda na descoberta de novos produtos e melhora o serviço prestado a esses clientes.

Os programas de fidelidade com pontos, descontos e prêmios, como conhecemos hoje, morreram. É hora de construir uma estratégia que começa no entendimento das atitudes do consumidor e aprimorar a abordagem com o mesmo.

Foque em como melhorar o relacionamento com o consumidor. Incorpore benefícios que engajem os consumidores a um nível emocional, e melhore seus processos de gerenciamento dos dados, para aplicá-los no programa de fidelidade e otimizá-lo.

Crie uma métrica de fidelidade. A fidelidade é o resultado de várias atividades, incluindo branding, marketing, experiência e serviço prestado ao consumidor. As empresas precisam de métricas para mapear a fidelidade durante toda a campanha. A centralização desta abordagem ajuda todos a entender se as iniciativas realmente estão contribuindo com a fidelidade dos consumidores a longo prazo.

Inspire-se em casos de sucesso. Empresas com ótima reputação pública de fidelidade, como Amazon e Starbucks, apenas fazem negócios de forma diferente. Não se deve imitar o modelo de negócio delas, mas identifique por qual motivo os consumidores são leais àquelas marcas, e use suas descobertas para direcionar todos os seus esforços nas suas campanhas de fidelidade.

Como devo escolher a melhor plataforma de e-commerce para o meu negócio?

Plataforma de e-commerce

Escolher a melhor plataforma para criar uma loja virtual é um dos maiores desafios para quem está desenvolvendo um projeto de e-commerce.

Embora a pergunta seja simples, não existe resposta fácil nem padrão. A melhor resposta para esta pergunta é: depende.

A plataforma de e-commerce ideal é aquela que supre suas necessidades e não estoura o seu orçamento. O fundamental é coordenar as questões técnicas com o seu momento de negócio.

Após a concepção e desenvolvimento do modelo de negócio, a primeira coisa a ser feita é escolher a plataforma onde sua loja virtual irá funcionar e ser a melhor vitrine para os seus produtos.

No entanto, não pense apenas no visual do site. Antes de tudo, outros aspectos devem ser levados em conta, como o sistema administrativo do site, e se a plataforma atende suas necessidades.

Através da loja virtual, o cliente terá acesso a seus produtos e informações da loja, como endereço, telefone, CNPJ, logística, dados de visitas, vendas realizadas, todas as informações relacionadas à parte administrativa.

Portanto, uma plataforma é muito mais que um layout bonito. Na área de Tecnologia da Informação, podemos dividir esse cenário em duas partes:

Front End: a loja virtual em si, a parte em que o cliente navega, visualiza os produtos e realiza as compras.

Back End: o sistema administrativo do site, onde a loja virtual é configurada e administrada.

Atualmente, existem três tipos de plataformas de e-commerce no mercado. Cada uma possui características próprias, atendendo a diferentes tipos de lojistas.

Gratuitas: estas plataformas, pelo menos na aquisição, não têm custo. Para utilizar plataformas gratuitas, normalmente, não será preciso uma equipe técnica que consiga tirar o melhor proveito delas, entretanto, é importante ter cuidado para não prejudicar a segurança da empresa, principalmente com a utilização de plug-ins de terceiros.

Um dos problemas destas plataformas é que elas podem ter pior performance, em conversão e velocidade.

Código aberto: a plataforma open-source é desenvolvida por vários colaboradores, ou seja, ela é aberta. Uma plataforma de código aberto pode ser considerada “universal”, não sendo feita para atender a apenas um determinado formato de e-commerce, ela é feita para atender à maioria das lojas virtuais.

Por esse motivo, podem necessitar de upgrades/alterações, sendo necessário um investimento em equipe técnica. A manutenção ou alteração do código também irá gerar novos custos. Se você quer ter muitos recursos disponíveis e personalizar apenas o que é essencial, as plataformas open-source são uma boa pedida.

Pagas: A modalidade paga pode fornecer dois tipos diferentes de plataformas: personalizada ou alugada.

Personalizada: plataforma que permite que as atualizações e ajustes sejam realizadas de acordo com suas necessidades, ou seja, produzida especialmente para o seu e-commerce. No entanto, é preciso um investimento maior, afinal, a plataforma será criada e ajustada de acordo com o seu projeto.

Alugada: nesta modalidade, o investimento será menor, mas você não poderá pedir alterações em toda a loja, apenas em alguns pontos. Se você não se preocupa muito com layout e experiências diferenciadas para o cliente, vale a pena escolher este modelo. Por ser menos customizada, a implementação deste tipo de loja virtual é rápida. É importante ficar atento ao preço destas plataformas, pois podem variar de acordo com o número de visitas ou receita com vendas, podendo gerar um custo significativo ao seu e-commerce.

Além disso, fique atento a todos os custos envolvidos na sua loja virtual e como eles afetarão seu negócio no futuro. Não leve em conta apenas o valor da mensalidade, pois os outros custos podem subir com o tempo e se tornarem muito mais relevantes.

Total Cost of Ownership

O Custo Total De Propriedade (TCO) é uma metodologia que facilita a identificação de todos os custos de uma plataforma de e-commerce, desde os custos de instalação até os gastos gerados com a operação da loja virtual.

Considerando uma projeção para um período de, pelo menos, dois a três anos, veja algumas das métricas que devem ser analisadas:

– Período que pretende ficar com essa plataforma
– Número de visitantes espera receber por mês
– Receita mensal
– Quantidade de produtos que vai vender
– Número de integrações com outros sistemas, por exemplo, CRM e ERP
– Número de lojas
– Custo de licença do software
– Custo de instalação e custo de futuras customizações na loja virtual
– Quanto capital você possui para investir na plataforma
– Histórico da empresa que fornece a plataforma
– Visualizar outras lojas virtuais que a utilizam a plataforma
– Se a plataforma possui integração com ferramentas de análise de tráfego (analytics)
– Se a plataforma oferece relatórios de gerenciamento, e como são estes relatórios
– Formas de pagamento disponíveis na plataforma
– Ferramentas de segurança oferecidas pela plataforma
– Se a plataforma oferece suporte via e-mail e telefone
– Funcionalidades oferecidas por empresas do mesmo segmento que o seu
– Se é possível expandir ou alterar a plataforma a curto ou médio prazo
– Qual o custo de expansão da plataforma
– Quem fica responsável pelas alterações, se será você ou a própria plataforma

Dependendo da plataforma, ainda podem existir outros fatores que precisam ser levados em conta para o cálculo do custo de uma loja virtual.

Com o TCO, você será capaz de montar um briefing e apontar as suas necessidades e a realidade de investimento que se encontra no momento. A partir daí, você pode comparar os custos de instalação e operação de uma determinada plataforma em relação com outra, quando ambas têm modelos de precificação muito diferentes, como por exemplo, comparar uma plataforma open-source com outra alugada.

Preste atenção também nestas dicas para iniciar seu e-commerce com o pé direito e não falhar em curto prazo:

– A escolha da plataforma deve ser realizada no início do projeto.

– Não se contente com algo comum, já existem inúmeros e-commerces que já atuam no mesmo mercado que você pretende entrar. Portanto, escolha uma plataforma boa, não uma plataforma barata.

– Peça a opinião de profissionais experientes, como designers gráficos, web designers, profissionais de marketing, publicidade e do mercado de e-commerce, sobre a plataforma que você está escolhendo.

– Veja se vai precisar que a loja virtual mostre vídeos ou usar imagens de alta resolução, isto é fator importante para escolher uma plataforma que tenha suporte para isto.

– O sucesso do seu e-commerce não depende apenas do que o cliente vai ver, é necessário que a loja virtual seja fácil de ser operada pelo setor administrativo.

As principais dificuldades do e-commerce brasileiro

Dificuldades do e-commerce para PMEs brasileiras 31% Preço do frete 37% Insegurança do consumidor 21% Concorrência dos grandes players 25% Outro

Ultimamente, muito se fala sobre o comércio eletrônico, realizado através da internet, mais conhecido como e-commerce. Graças ao maior acesso à internet, smartphones e tablets, o consumidor brasileiro está mais receptivo a realizar compras online.

É muito fácil o cliente procurar a melhor oferta, com o máximo de informações possível, com o melhor custo e, principalmente, com um bom canal de relacionamento. O cliente está mais crítico e seletivo, conhece os seus direitos e deveres, e reconhece um bom serviço prestado.

O preço do produto influencia, mas não é o fator decisivo. O pré-venda, a entrega no prazo correto e o pós-venda são diferenciais importantes no momento da decisão de compra. As lojas virtuais devem saber as necessidades dos clientes e serem excelentes no atendimento.

O cenário é bastante positivo, mas muitos varejistas virtuais ainda não estão bem preparados para enfrentar a enorme concorrência do comércio eletrônico.

Conhecimento em tecnologia, logística, relacionamento com o cliente, ações pré e pós-venda são os pontos cruciais, e devem ser muito bem trabalhados. O principal desafio é conciliar custo, pessoas capacitadas, infraestrutura, tecnologia e serviço ao cliente. É propiciar ao consumidor uma boa experiência de compra.

Frete: é o custo mais impactante em negócios online e uma das maiores dificuldades a serem superadas na hora de concluir uma venda. Em algumas lojas virtuais, mais de 10% do faturamento são gastos com os custos de entrega de mercadorias.

Marketing digital: várias empresas gastam entre 5% e 10% do faturamento em ações que divulguem sua marca na internet. Devido à alta competitividade, algumas lojas virtuais chegam a investir acima de 10% do seu faturamento neste setor.

O meio de divulgação mais utilizado são os links patrocinados do Google, e mais da metade do faturamento em vendas é resultado do investimento nesta ferramenta. Depois, vem o Search Engine Optimization (SEO), que gera um faturamento entre 20% a 50% do total gerado em negócios online.

O e-mail marketing é outro meio de divulgação bastante utilizado pelo e-commerce. Muitas lojas virtuais obtêm até 20% do seu faturamento a partir de newsletters, e algumas empresas chegam a arrecadar até 50% das vendas online com campanhas de e-mail.

Além das ferramentas de marketing digital citadas acima, há as redes sociais, programas de afiliados, parcerias com blogs, comparadores de preço e campanhas direcionadas a nichos de mercado e locais específicos, também chamadas de marketplaces, são formatos ainda pouco explorados pelas lojas virtuais. Muitas empresas ainda não as utilizam. O e-commerce brasileiro ainda precisa compreender melhor o funcionamento e os benefícios dos mais variados canais de marketing digital.

Atendimento ao cliente: os custos com serviços de atendimento ao cliente (SAC) representam até 2% do faturamento de uma loja virtual. Canais de atendimento ao consumidor, como telefone, e-mail ou chat, são obrigatórios após a nova Lei do Consumidor para e-commerce.

Análise de risco: várias lojas virtuais gastam até 2% do seu faturamento com processos de análise de risco e fraudes, a fim de tentar evitar prejuízos para as empresas e os clientes.

Falta de informações: pouca descrição sobre o produto, características, prazo de entrega e garantia, erros de ortografia ou digitação, uso excessivo de termos técnicos sem explicação, textos vendedores em vez de textos informativos, imagens pequenas ou de baixa qualidade, letras muito pequenas ou com pouco contraste, poderão fazer o consumidor procurar outra loja virtual para comprar.

A famosa “empurroterapia”: muitas vezes, as empresas colocam em primeiro plano as vendas casadas, vendas de acessórios, garantia estendida, entre outros itens. A descrição do produto que o cliente está procurando, que é o mais importante para a decisão da compra, fica em segundo plano.

Dificuldade de navegação: filtros por marca, faixa de preço e características, além de listas de produtos similares existem em poucas lojas virtuais.

Cadê o botão “Comprar”? Em muitos sites, não é fácil achar ou identificar o botão “comprar” ou “adicionar ao carrinho”. Ele não tem destaque, fica abaixo da rolagem, e possui formato, ícone ou texto fora dos padrões da web.

Barreiras fiscais: na grande maioria dos casos, uma indústria não pode realizar venda direta ao consumidor final, pois isto não consta em sua atividade comercial. Fazer uma alteração fiscal é possível mas, no caso das grandes indústrias, é muito complicado. Para resolver isso, existe o chamado fullcommerce, no qual uma loja virtual parceira realiza todo o processo de gestão dos pedidos e vendas, além de emitir a nota fiscal ao consumidor.

Outra alternativa é selecionar um ou mais distribuidores, que receberão estes pedidos e farão toda a operação de venda ao consumidor. O grande problema é que este não é o core business ou carro-chefe destas empresas, o que pode gerar muitas dificuldades.

Concorrência com os grandes varejistas: um pequeno lojista que insiste em vender eletrônicos de marcas famosas, por exemplo, jamais conseguirá competir na internet em preço com os grandes players do mercado.

É fácil colocar uma loja virtual na internet. O difícil é gerar vendas. O marketing digital é um setor que, além de estar amplamente difundido, conta hoje com maior oferta de profissionais capacitados. Os investimentos nesta área para pequenas e médias empresas são prioritários.

Ao contrário do que se possa imaginar, o principal inimigo das pequenas e médias lojas virtuais não são os grandes players do mercado, mas sim a insegurança do consumidor em comprar online, os altos preços de frete, os outros fatores citados ao longo deste texto, e outros.

Algumas pequenas e médias empresas entendem que, para vencer no e-commerce, precisam de produtos próprios, exclusivos ou de nicho. Por isso, os grandes players deixam de ser vistos como o principal problema.

Carrinho Abandonado na Rua e-commerce

Infográfico: principais motivos do abandono de carrinho no e-commerce

Há vários obstáculos a serem superados no comércio eletrônico, e um dos principais é a desistência do internauta em concluir a compra no site, fato mais conhecido como “abandono de carrinho”.

Instabilidade no acesso ao site, falta de informações mais detalhadas, preço e prazo do envio, taxas adicionais… enfim, vários são os empecilhos que o cliente encontra na hora de finalizar a compra.

Os fatos mais importantes que contribuem para o abandono de carrinho estão listados neste infográfico.

Principais Motivos do Abandono de Carrinho no e-commerce

Métricas de engajamento podem ser melhores que números de vendas

Engajamento

A eficiência do marketing de conteúdo não deve ser medida apenas levando-se em conta os resultados das vendas, já que vendas dependem do comprometimento do cliente com a loja.

Os profissionais de marketing divulgam as suas marcas através de conteúdo, publicado de forma tradicional, com panfletos, cartazes ou outra forma de comunicação em massa, ou na forma digital, com páginas nas redes sociais, e-mails personalizados, hotsites ou e-books.

Para apresentar resultados efetivos dos negócios, as funções do marketing tiveram que passar a se basear no retorno sobre o investimento, ou ROI (return on investment).

O marketing atual quer mostrar como o seu trabalho, criativo e com foco, influencia novos negócios e vendas. No entanto, um método baseado em resultados imediatos não pode ser aplicado a tudo.

Não são todas as atividades da empresa que têm resultados imediatos em um primeiro momento. O marketing de conteúdo é uma área onde os resultados vêm de um fluxo contínuo de ações, já que o engajamento é passageiro, e precisa ser constantemente renovado, para que, a estratégia seja recompensadora.

O conteúdo melhora a percepção do público sobre uma marca ao longo do tempo, atraindo-o para outras plataformas de comunicação, que podem envolver outros produtos e serviços. Pensando assim, as empresas devem medir seus resultados com base no engajamento do cliente, gerado pelo marketing de conteúdo, em vez de focar apenas nas vendas geradas.

A medição do comprometimento está diretamente ligada aos resultados futuros de consumo, ao mesmo tempo em que permite o foco em tendências e táticas por trás de um conteúdo, que será mais bem produzido e recebido.

Veja algumas dicas para medir seus resultados.

Tenha paciência. Não se abandona uma estratégia de conteúdo simplesmente porque ela não produz vendas a curto prazo. Uma de suas melhores estratégias de conteúdo pode levar um tempo para alcançar e influenciar leitores, mas, quando conseguir, você ficará satisfeito por não ter abandonado a estratégia apenas por ela não ter gerado receita desde o início.

Considere o conteúdo que está fora das prioridades previamente estabelecidas. Alguns conteúdos ficam no topo dessa lista, enquanto outros podem estar até mesmo fora da mesma. Um grupo de leitores pode acessar seu conteúdo regularmente, mas nunca comprar de você, mas isso não chega a ser um problema. Se o seu conteúdo for interessante o suficiente para ser compartilhado socialmente, o alcance do artigo pode se relacionar diretamente à uma futura venda.

Nem sempre há um valor monetário para cada ação. Os negócios não calculam o valor do sorriso sincero de um funcionário para um cliente na loja, nem o efeito monetário de cada comentário do cliente sobre o produto ou serviço. O melhor conteúdo de marketing simplesmente existe para ser útil, e isso vai gerar fidelidade, e valorizará a impressão do público com relação à marca. Isso vai além dos resultados financeiros.

O lucro e o marketing de conteúdo andam lado a lado. Comece medindo o comprometimento com visitas, sejam as novas ou o retorno de internautas, o compartilhamento social, os comentários e vínculos com formadores de opinião. Enquanto isso, crie um ambiente de conteúdo que deixe o seu público sentir que participa ao invés de ser apenas o alvo. E as vendas acontecerão.

DropWeb fecha parceria com a Koin

Nova Parceria

E é com a Koin que a DropWeb fecha a mais nova parceria comercial e operacional, ou seja, vamos oferecer plataforma de loja virtual já integrada com esse mais novo e revolucionário meio de pagamento.

Mas o que é a Koin?

Com a Koin é possível entrar em um site de compras, escolher o que deseja, receber o produto em casa e, só depois efetuar o pagamento.

A Koin foi criada por um grupo de executivos ligados a diversos segmentos do mercado: e-commerce, financeiro e tecnologia. A proposta é romper grandes barreiras que ainda afastam o consumidor da compra virtual, que são:

a) o medo de colocar dados sensíveis na internet, como o número do cartão de crédito;

b) o temor de pagar antecipadamente e não receber o produto solicitado;

c) a dificuldade na hora de comprar, pois o consumidor, além de ter de preencher o cadastro da Loja Virtual, muitas vezes necessita repetir o processo no momento em que opta pela forma de pagamento.

VANTAGENS PARA O CONSUMIDOR

Ao comprar em uma loja virtual integrada com a Koin, o cliente primeiro recebe o produto para depois pagar. O boleto da Koin segue junto da mercadoria. O cliente também receberá comunicados via SMS, emails e poderá acessar ou reemitir o seu boleto diretamente no site da Koin (www.koin.com.br).

É importante ressaltar que o consumidor não precisa ter uma “conta” Koin para realizar as suas compras ou pagamentos. Mas se desejar ativar um “Acesso Koin”, no site da empresa, ele terá ainda mais benefícios, como verificar a qualquer momento todas as suas faturas, quitadas ou pendentes, independente da loja em que a compra foi realizada, e ainda poderá concentrar todos os valores devidos em uma única fatura mensal ou ainda optar por fazer um parcelamento, de acordo com as regras lá estabelecidas.

VANTAGENS PARA O LOJISTA

Para o lojista cliente da Koin, além da conveniência e segurança que oferecerão a seus consumidores, um dos principais benefícios da parceria é o aumento da conversão da venda. A simplicidade e rapidez na realização da transação de compra e a possibilidade de receber o produto e somente após pagar por ele, gera atratividade e uma maior ativação dos negócios.

O lojista também poderá, além de disponibilizar o Botão Koin no checkout das vendas, fazer a adesão ao Botão Koin na Landing Page ou, ainda, contar com a Koin para promover a venda de um produto ou uma campanha específica.

Outro benefício para o lojista é não precisar mais se preocupar com a gestão de risco em seu site. A Koin, diferentemente dos seus concorrentes, assume todo o risco de crédito da operação e prevenção à fraude. Com a Koin, o lojista não precisa contratar sistemas adicionais de proteção, diferencial que reduz os seus custos operacionais consideravelmente. Não existe a possibilidade de um chargeback ocorrer, uma das maiores razões de quebra de lojas on-line no País.

Além de todos estes benefícios, adicionar a Koin é simples. A empresa possui API compatíveis com as linguagens mais utilizadas no mercado e integração direta e/ou customizada. A Koin oferece todo o suporte necessário para todas as demandas do e-commerce.